No Brasil, 7,7 milhões de famílias não têm onde morar

O Brasil bateu o recorde de déficit habitacional, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com os dados, o número cresceu 7%, entre 2007 e 2017, e agora é de 7,78 milhões de moradias. A situação é preocupante e não há uma perspectiva positiva para o futuro próximo. A avaliação é de Benedito Barbosa, o Dito, advogado do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos e um dos coordenadores da União dos Movimentos de Moradia. Ele explica que a redução do crédito para financiamento, o desemprego em alta e a queda na renda das famílias são responsáveis por isso. "Desde 2014, a gente sofre com cortes mai

Governo Bolsonaro quer entregar Previdência Social aos banqueiros

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de um total de 93 milhões de pessoas que trabalham no Brasil, metade 19,5% abaixo do salário mínimo (R$ 998,00). É evidente que num país em que o preço de um botijão de gás de cozinha custa, em média, R$ 68,00, e sabendo que, para viver, além do gás, o trabalhador necessita pagar aluguel, luz, água, telefone, transporte e comprar comida e roupa para si e sua família, não é possível ter uma vida digna com um salário de R$ 998,00, quanto mais com menos do que esse valor. No entanto, essa é a realidade de 42 milhões de pessoas. São trabalhadores que, cansados de ouvirem “não” quando procuram emprego, resolvem vender qualquer cois

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